A VIDA – Reflexões Teológicas: com Ricardo Alfredo
A VIDA - Coluna da Semana – alfredo.ricardo@hotmail.com
PENSAMENTO – lições da vida
Aprenda como é a vida: não confie nas redes sócias e nem em pessoas que não olhe nos seus olhos; use o celular o mínimo possível, pois ele afasta das pessoas que realmente você ama e lhe ama; aprenda o dom do silêncio para questões tolas; aprenda a ficar quieto para ouvir o som da voz de Deus lhe indicando o caminho; aprenda tudo que bom e saudável para sua vida e alma; pois, na primeira parte você aprende; na segunda parte adquire e na terceira parte para distribui. (Escritor: Ricardo Alfredo)
A VIDA
A vida nos ensina, que nunca devemos mendigar a presença de ninguém em nossas vidas. pois quem realmente se importa com você não sente a necessidade de ser convencido a ficar. Permanecer é uma escolha, ficar é prova de amor. Pois, ela sabe que o eterno não lhe criou para tem uma vida de migalhas, principalmente as emocionais.
FATOS E FOTOS HISTÓRICAS
Maria Lúcia, Telma Gurgel e Wellington Barreto – 1995
2016
NOTA DE PROFUNDO PESAR
A direção da ACJUS tomou conhecimento na manhã dessa quarta-feira 26/02 – do Falecimento do bancário aposentado JUDAS TADEU DE AZEVEDO que em vida foi uma das mais importantes lideranças do movimento sindical de Mossoró e do RN.
JUDAS TADEU DE AZEVEDO, através da sua luta contribuiu para o engrandecimento da nossa cidade, sempre atuando com disposição na defesa intransigente dos interesse maiores da coletividade bancária, cultural, educacional e social de Mossoró e do RN.
Dentre tantas atividades, podemos registrar que JUDAS TADEU DE AZEVEDO prestou imensuráveis serviços à nossa cidade e ao RN, tendo sido Juiz Classista, Maçom, fundador da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Norte (AMLERN), Venerável Mestre, Depurado Federal Maçônico, escritor, ator, empreendedor, criador e diretor de jornal impresso e mobilizador social.
O Sodalício da ACJUS, lamenta o fato, decreta luto por três, e presta solidariedade aos familiares e amigos de JUDAS TADEU DE AZEVEDO nesse momento de profunda dor, Rogando ao Grande Arquiteto do Universo (DEUS) que em sua infinita misericórdia conforte a todos e acolha ao Irmão JUDAS TADEU DE AZEVEDO em seu descanso eterno.
Palácio Cultural Acadêmico Milton Marques de Medeiros, sede da AJCUS, em 26 de fevereiro de 2025.
ANIVERSÁRIO DE 124 ANOS DO COLÉGIO DIOCESANO E 15 DA UNICATOLICA
Aniversário de 124 anos do colégio Diocesano e 15 da UNICATOLICA. Alunos, pais, professores e autoridades. Em abril vamos fazer com emoção os 68 anos da nossa Escola Rotary.
Aqui no Ginásio Sátiro Cavalcanti Dantas participando da missa em Ação de Graças pelos 124 anos do CDS e 15 da UNICATOLICA. Várias autoridades, alunos, familiares. Registramos pela ACJUS as confreiras Zilene Conceição Cabral Freire de Medeiros, Ângela Maria Gurgel. Pela AMOL, o presidente em exercício Antônio Filemom Rodrigues Pimenta.
VISITA A ACJUS
Antônia Maria Almeida da Silva presidente do Clube de Mães – Rita Basílio instituição com trabalho junto as mulheres do Santo Antônio, com um trabalho maravilhoso.
INFORMES ACJUS
Articulações
Estivemos reunidos em diversas repartições tentando viabilizar os projetos previstos para o ano acadêmico Zélia Macedo Heronildes. Começamos na OAB com a presidente Lorena Gualberto e a Secretária Neli Oliveira (efetuamos o pagamento da locação do auditório – para o evento de 07/03 e já deixamos agendados os nossos próximos eventos, dias 04/04 e 07/07).
Ontem estivemos na direção do Teatro Dix Huit tentando viabilizar pauta para o dia 15/04 – quando estaremos realizando um grande evento em parceria com o Rotary Internacional, Escola Rotary e outras congêneres.
PCAMMM
Hoje estamos recebendo lideranças sociais que estarão se mobilizando para participarem do FÓRUM DE DEBATES PENSANDO MOSSORÓ – MULHERES INSPIRADORAS -evento comemorativo ao dia INTERNACIONAL DA MULHER.
NOTA DE PESAR
AMOSTRA LITERÁRIA E ARTÍSTICA DE MARTINS
SÍTIO FRECHEIRAS – Benedito Vasconcelos Mendes
Depois da Fazenda Aracati, a propriedade rural mais produtiva do meu avô paterno, José Cândido Mendes, era o Sítio Frecheiras, localizado nas escarpas da Serra da Meruoca e a cerca de 6 quilômetros da cidade de mesmo nome (Meruoca) e 20 quilômetros da cidade de Sobral. Lá, meu avô possuía três rústicas agroindústrias, que produziam farinha, goma, cachaça, mel de engenho e rapadura, além de doces e outros produtos feitos de frutas tropicais.
Embora meus avós só permanecessem lá de setembro a dezembro, o sítio era organizado e produtivo, graças ao excelente morador que o administrava. Antônio Beleza, sua esposa Durreis e seu filho Sebastião, apelidado de Barafuti, trabalhavam arduamente e cuidavam do Sítio Frecheiras com muito zelo, como se fosse deles. No inverno (período das chuvas), eles plantavam e replantavam cana-de-açúcar, mandioca e fruteiras. Quando chegava o mês de setembro, data em que meus avós iam residir na serra, o comando das atividades produtivas passava a ser do meu avô, que delegava a Antônio Beleza a chefia dos trabalhos de desmancha (farinhada) para a produção de farinha e goma de mandioca, bem como da moagem da cana para a produção de rapadura, melaço e cachaça.
Por ordem de minha avó, Dona Durreis gerenciava todos os trabalhos realizados por mulheres na Casa de Farinha, deixando as tarefas mais pesadas para serem executadas pela equipe de operários chefiada por seu marido, Antônio Beleza, como o arranquio manual das raízes tuberosas de mandioca e o transporte das mesmas, em caçuas sobre lombos de jumentos, para o interior da Casa de Farinha. As manivas eram transportadas em cambitos sobre as cangalhas dos jumentos até o alpendre da casa sede. Após serem picadas e secas ao sol, as manivas eram ofertadas aos animais domésticos, pois, por serem ricas em HCN (ácido cianídrico), a maniva in natura envenena os animais, daí a necessidade de picá-las e deixá-las no sol para que o HCN se volatilizasse.
Os homens também cortavam e transportavam a lenha para torrar a farinha. Outros poucos trabalhos masculinos desenvolvidos durante a farinhada eram: tanger as juntas de bois que puxavam a bolandeira de relho, para girar o ralador de mandioca (caititu); colocar a lenha no forno; prensar a massa de mandioca moída para escorrer a goma; e mexer com o grande rodo de madeira a massa moída e prensada colocada sobre o forno redondo de ladrilho, feito de grandes lajotas quadradas de barro vermelho cozinhado, para torrar a farinha.
As mulheres, por sua vez, tiravam com pequenas e amoladas quicés as cascas das raízes e depois as levavam para cevar no caititu; espremiam, coavam e decantavam a goma; separavam e eliminavam a crueira; e faziam os beijus temperados com coco babaçu e castanha de caju.
Na moagem da cana-de-açúcar, todas as tarefas eram desenvolvidas por homens. O caldo de cana, após ser obtido, tinha dois destinos: ou ia para as grandes caldeiras de ferro fundido, localizadas sobre o grande forno, para cozinhar (apurar) e produzir o mel de engenho (melaço) e a rapadura, ou era depositado em grandes dornas de fermentação, feitas de imburana, para fermentar e produzir o mosto, que era levado para o destilador de cobre, onde seria destilado para fabricar a cachaça, a qual era armazenada em grandes tonéis de imburana ou freijó. A cana era moída nas moendas de ferro da bolandeira dentada, tracionada por juntas de bois mansos.
A farinha, a goma e a rapadura produzidas eram armazenadas em grandes caixões de madeira, feitos de tábuas de aroeira ou de cedro, que ficavam dentro do grande armazém, anexo à casa sede. Havia três enormes caixões quadrados, com 3 metros de lado, ou seja, com capacidade para armazenar 27 metros cúbicos de cada produto. Cada caixão armazenava um produto diferente: um caixão era destinado ao armazenamento de rapadura, outro para farinha de mandioca e o terceiro para goma de mandioca. Todos os caixões eram hermeticamente fechados, pois a umidade do ar mofa a farinha e a goma e mela a rapadura. Na construção desses caixões, não se utilizavam pregos ou parafusos, mas somente tarugos de madeira, com tábuas perfeitamente encaixadas uma na outra (tábua macho x tábua fêmea).
Barafuti auxiliava os pais nos trabalhos gerais e cuidava dos animais (bois mansos que puxavam a bolandeira dentada do engenho de rapadura e cachaça e que também tracionavam a bolandeira de relho da Casa de Farinha). Ele também tratava do lote de jumentos que transportavam lenha, raízes e maniva (caule) de mandioca nos trabalhos da Casa de Farinha e cana e lenha para o engenho, além de cuidar dos animais de sela e das vacas que produziam leite para a família dos meus avós.
A casa sede do Sítio Frecheiras localizava-se em uma falésia rochosa na beira de um riacho, que corria em um pequeno cânion, rico em vida selvagem, especialmente de sapos que coaxavam a noite inteira, acalentando e estimulando o sono. Ainda hoje sinto saudade do cantarolar melodioso dos sapos daquele riacho.
Uma das belas paisagens que ainda está viva na minha memória é a que exibia um gigantesco bloco rochoso, que circundava os fundos da casa sede. A rocha surgia de dentro de um belo e viçoso babaçual. O bloco rochoso possuía profundas e numerosas furnas, onde viviam muitas espécies de animais nativos, especialmente as belas e singulares pacas e cutias, que, ao surgir o dia, ficavam deitadas tomando sol na beirada dos gigantescos blocos graníticos.
FELIZ ANIVERSÁRIO
Está de Idade Nova é o confrade Carlos Filgueira. Que Deus o abençoe com saúde e paz. Feliz Aniversário
AGENDA
TV CÂMERA – Memória Acadêmica – Trajetórias.
Ricardo Alfredo vem apresentando uma programação especial com diversos vídeos no programa da TV Câmara de Mossoró no RN. É só assistir e verificar pelas redes sociais, principalmente no Youtube.
(https://www.youtube.com/channel/UCAT4ZyYVdnEDmSDhB2ePw1Q)
PESQUISADOR E ESCRITOR RICARDO ALFREDO
Leia e ore comigo – Salmo 34
1 Bendirei o Senhor o tempo todo! Os meus lábios sempre o louvarão.
2 Minha alma se gloriará no Senhor; ouçam os oprimidos e se alegrem.
3 Proclamem a grandeza do Senhor comigo; juntos exaltemos o seu nome.
4 Busquei o Senhor, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores.
5 Os que olham para ele estão radiantes de alegria; seus rostos jamais mostrarão decepção.
6 Este pobre homem clamou, e o Senhor o ouviu; e o libertou de todas as suas tribulações.
7 O anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que o temem, e os livra.
8 Provem, e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que nele se refugia!
9 Temam o Senhor, vocês que são os seus santos, pois nada falta aos que o temem.
10 Os leões podem passar necessidade e fome, mas os que buscam o Senhor de nada têm falta.
11 Venham, meus filhos, ouçam-me; eu lhes ensinarei o temor do Senhor.
12 Quem de vocês quer amar a vida e deseja ver dias felizes?
13 Guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade.
14 Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança.
15 Os olhos do Senhor voltam-se para os justos e os seus ouvidos estão atentos ao seu grito de socorro;
16 o rosto do Senhor volta-se contra os que praticam o mal, para apagar da terra a memória deles.
17 Os justos clamam, o Senhor os ouve e os livra de todas as suas tribulações.
18 O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido.
19 O justo passa por muitas adversidades, mas o Senhor o livra de todas;
20 protege todos os seus ossos; nenhum deles será quebrado.
21 A desgraça matará os ímpios; os que odeiam o justo serão condenados.
22 O Senhor redime a vida dos seus servos; ninguém que nele se refugia será condenado.